https://energia.fca.unesp.br/index.php/energia/issue/feed ENERGIA NA AGRICULTURA 2022-03-29T16:05:14-03:00 Profa. Dra. Kassandra Sussi Mustafé Oliveira revistaenergia.fca@unesp.br Open Journal Systems <p style="text-indent: 21.25pt; margin: 0cm 0cm 8.0pt 0cm;">A revista&nbsp;<strong>ENERGIA NA AGRICULTURA (2359-6562 ISSN Eletrônico&nbsp;1808-8759 ISSN Impresso)</strong> foi criada em 1986 com o propósito de conceber um veículo de divulgação científica especializado, comprometido com temas relacionados à questão energética no meio agrícola. Desde então, a revista tem se constituído no principal meio de divulgar, na forma de artigos científicos, o conhecimentos gerados pelas pesquisas implantadas no referido curso de pós-graduação, cumprindo sua missão de fortalecer a conscientização energética na agricultura brasileira. Desde 2012 a Revista passou a receber artigos externos e incluiu outras áreas de trabalho, atendendo novas temáticas dentro da Energia na Agricultura.&nbsp;</p> <p style="text-indent: 21.25pt; margin: 0cm 0cm 8.0pt 0cm;">Em 2019 uma nova equipe se organizou para incrementar os núcleos de trabalho em direção às novas diretrizes da Pós Graduação e de Publicações Científicas. Nosso compromisso está na difusão das atualizações nas áreas de cobertura da Revista Energia da Agricultura.</p> https://energia.fca.unesp.br/index.php/energia/article/view/4115 CUSTO DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE SOJA DE ITAPEVA-SP ATÉ O PORTO DE SANTOS-SP 2021-09-19T17:58:06-03:00 Pâmela Rafaela Oliveira de Brito pamela.brito2203@gmail.com Maura Seiko Tsutsui Esperancini maura.seiko@unesp.br Marco Antônio Martin Biaggioni m.biaggioni@unesp.br João Luis Vivan jlvivan@gmail.com Felipe Gustavo Cerulo felipeceruloo@gmail.com <p><strong>CUSTO DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE SOJA DE ITAPEVA-SP ATÉ O PORTO DE SANTOS-SP </strong></p> <p><strong> </strong></p> <p><strong>PÂMELA RAFAELA OLIVEIRA DE BRITO CAVALLARI<sup>1</sup>, MAURA SEIKO TSUTSUI ESPERANCINI<sup>2</sup>, MARCO ANTÔNIO MARTIN BIAGGIONI³, JOÃO LUIS VIVAN<sup>4</sup>, FELIPE GUSTAVO CERULO<sup>5</sup></strong></p> <p><em> </em></p> <p><em>¹Mestra Curso de Energia na agricultura, Faculdade de Ciências Agronômicas, Universidade Estadual Paulista – UNESP, Campus de Botucatu/SP, e-mail: pamela.brito2203@gmail.com.</em></p> <p><em>²</em><em>Doutora em Economia, Departamento de Engenharia Rural e Socioeconômica, Faculdade de Ciências Agronômicas/UNESP, Av. Universitária,3780, altos do Paraíso, 18610-034, Botucatu/SP, maura.seiko@unesp.br</em></p> <p><em>³Prof. Doutor, Departamento de Engenharia Rural, Faculdade de Ciências Agronômicas/UNESP, Av. Universitária,3780, altos do Paraíso, 18610-034, Botucatu/SP, m.biaggioni@unesp.br</em></p> <p><sup>4</sup><em>Bacharel em Administração de empresas, e-mail: jlvivan@gmail.com</em></p> <p><sup>5</sup><em>Pós-Graduando em Gestão de pessoas, Faculdade Galileu, e-mail: felipeceruloo@gmail.com</em></p> <p><strong> </strong></p> <p><strong>RESUMO:</strong> O transporte rodoviário é o modal mais usado no país, apesar de ser o meio de transporte que implica em maiores custos. Para as commodities agrícolas que possuem um baixo valor unitário o impacto do custo de transporte pode afetar negativamente a competitividade do agronegócio no cenário internacional. O objetivo deste estudo foi analisar o custo de transporte rodoviário da soja da região produtora de Itapeva até o Porto de Santos e analisar o impacto deste custo no preço final da soja. A metodologia de custo utilizada é o método proposto pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Para avaliar os impactos sobre os custos da soja foram utilizados os dados de custo da região, desagregados em custo de produção. Os resultados mostram que o custo de transporte influencia diretamente no preço final da soja, fomentando a necessidade de trabalharmos em estudos que irão garantir melhorias neste modal que interfere diretamente na competitividade de mercado nacional e internacional.</p> <p> </p> <p><strong>Palavra-chave</strong>: pós-colheita, logística, soja.</p> <p> </p> <p><strong>ROAD TRANSPORT COST OF SOYBEAN FROM ITAPEVA-SP TO THE PORT OF SANTOS-SP</strong></p> <p><strong> </strong></p> <p><strong>ABSTRACT:</strong> Road transport is the most used modal in the country, despite being the means of transport that implies higher costs having a direct influence on the final price of goods. For agricultural commodities that have a low unit value, the impact of transportation costs can negatively affect the competitiveness of agribusiness on the international stage. This study aimed to analyze the cost of road transportation of soy from the Itapeva producing region to the Port of Santos and to analyze the impact of this cost on the final price of soy. The cost methodology used was proposed by the National Land Transport Agency (ANTT). To assess the impact on soybean costs, the region's cost data were used, disaggregated into production costs. The results show that the transport cost directly influences the final price of soybeans, encouraging the need to work on studies that will guarantee improvements in this modal that directly interferes with the competitiveness of the national and mainly international market.</p> <p><strong> </strong></p> <p><strong>Keywords:</strong> post-harvest, logistics, soybean.</p> <p> </p> 2021-12-28T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 ENERGIA NA AGRICULTURA https://energia.fca.unesp.br/index.php/energia/article/view/4321 POLPA CÍTRICA PELETIZADA COMO ALTERNATIVA PARA O CULTIVO DE COGUMELOS 2021-09-19T18:35:55-03:00 Nicolas Auguto de Carvalho Franco nicolas.augusto.07@gmail.com Olívia Gomes Martins oliviagmartins@gmail.com Meire Cristina Nogueira de Andrade mcnandrade@hotmail.com <p><strong>POLPA CÍTRICA PELETIZADA COMO ALTERNATIVA PARA O CULTIVO DE COGUMELOS</strong></p> <p> </p> <p><strong>NICOLAS AUGUSTO DE CARVALHO FRANCO<sup>1</sup>, OLÍVIA GOMES MARTINS<sup>2</sup>, MEIRE CRISTINA NOGUEIRA DE ANDRADE<sup>3</sup></strong></p> <p> </p> <p><em><sup>1</sup></em><em>Graduando em Engenharia Agronômica, Faculdade Galileu. E-mail: nicolas.augusto.07@gmail.com</em></p> <p><em><sup>2</sup></em><em>Doutorada em Agronomia – Energia na Agricultura, Faculdade de Ciências Agronômicas, Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho" (UNESP), Av. Universitária, 3780 - Altos do Paraíso, 18610-034, Botucatu, SP, Brasil. E-mail: oliviagmartins@gmail.com</em></p> <p><em><sup>3</sup></em><em>Docente da Faculdade Galileu, Botucatu, SP, Brasil. E-mail: mcnandrade@hotmail.com</em></p> <p> </p> <p><strong>RESUMO: </strong>Os resíduos da indústria de sucos cítricos podem ser utilizados em diversos processos biotecnológicos, visando a produção de moléculas de alto valor agregado e diminuindo o impacto ambiental. O <em>Pleurotus ostreatus</em> é um cogumelo comestível que pode ser cultivado em diversos substratos lignocelulósicos. Todavia, a literatura carece de estudos acerca da utilização de resíduo de laranja para o cultivo desta espécie. Portanto, o objetivo deste estudo foi estudar a viabilidade do resíduo de polpa cítrica peletizada na formulação de novos substratos como alternativa para o cultivo de duas linhagens de <em>P. ostreatus</em>, em diferentes proporções (S1=100% serragem de eucalipto; S2=50% serragem de eucalipto + 50% polpa cítrica peletizada; S3=100% polpa cítrica peletizada), levando-se como critérios de avaliação a massa do basidioma fresco, o número de cachos e caracterização química dos substratos de cada tratamento. Os resultados das variáveis avaliadas diferiram estatisticamente quanto à substratos, mas não quanto às linhagens. Quanto a número de cachos, o tratamento S1 foi estatisticamente superior ao tratamento S3. Quanto à massa do basidioma fresco, o tratamento S3 foi estatisticamente superior ao tratamento S1. Conclui-se que todos os substratos testados na presente pesquisa são viáveis para o cultivo de <em>P. ostreatus</em>.</p> <p> </p> <p><strong>Palavras-chaves:</strong> cogumelos, citrus, resíduos de laranja.</p> <p> </p> <p><strong>PELLETIZED CITRUS PULP AS AN ALTERNATIVE FOR THE CULTIVATION OF MUSHROOMS</strong></p> <p><strong> </strong></p> <p><strong>ABSTRACT: </strong>The citrus juice industry residues can be used in several biotechnological processes, aiming at the production of high added value molecules and reducing the environmental impact. Pleurotus ostreatus is an edible mushroom that can be cultivated in different lignocellulosic substrates. However, the literature lacks studies on the use of orange residue for cultivating these species. Therefore, this study aimed to study the viability of pelletized citrus pulp residue in the formulation of new substrates as an alternative for cultivating two strains of P. ostreatus, in different proportions (S1=100% eucalyptus sawdust; S2=50% eucalyptus sawdust + 50% pelletized citrus pulp; S3=100% pelletized citrus pulp), having as evaluation criteria the fresh basidioma mass, the number of clusters of mushrooms and the chemical characterization of the substrates of each treatment. The results regarding these parameters differed statistically regarding substrates, but not regarding strains. With to the number of clusters, treatment S1 was statistically superior to treatment S3. As for fresh basidioma mass, treatment S3 was statistically superior to treatment S1. It is concluded that all substrates tested in this study are viable for cultivating P. ostreatus. </p> <p> </p> <p><strong>Keywords:</strong> mushrooms, citrus, orange residues.</p> 2021-12-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 ENERGIA NA AGRICULTURA https://energia.fca.unesp.br/index.php/energia/article/view/4332 CERVEJA ARTESANAL COM TEOR ALCOÓLICO REDUZIDO E ALTA CONCENTRAÇÃO DE CARBOIDRATOS 2021-11-06T22:11:36-03:00 Julio César Beraldo de Moraes julio.moraes@etec.sp.gov.br Ricardo Figueira ricardofigueira@hotmail.com Maria Márcia Pereira Sartori maria.mp.sartori@unesp.br Waldemar Gastoni Venturini Filho waldemar.venturini@unesp.br <h1>CERVEJA ARTESANAL COM TEOR ALCOÓLICO REDUZIDO E ALTA CONCENTRAÇÃO DE CARBOIDRATOS</h1> <h1> </h1> <h1>JÚLIO CÉSAR BERALDO DE MORAES<sup>1</sup>, RICARDO FIGUEIRA<sup>2</sup>, MARIA MARCIA PEREIRA SARTORI<sup>3</sup>, WALDEMAR GASTONI VENTURINI FILHO<sup>4</sup></h1> <h1> </h1> <h1><em><sup>1</sup></em><em>Departamento de Produção Vegetal, Faculdade de Ciências Agronômicas, UNESP. Av. Universitária, 3780 - Altos do Paraíso, CEP 18610-034, Botucatu, SP, Brasil. </em><a href="mailto:julio.moraes@etec.sp.gov.br"><em>julio.moraes@etec.sp.gov.br</em></a></h1> <h1><em><sup>2</sup></em><em>Departamento de Produção Vegetal, Faculdade de Ciências Agronômicas, UNESP. Av. Universitária, 3780 - Altos do Paraíso, CEP 18610-034, Botucatu, SP, Brasil. </em><a href="mailto:ricardo.figueira@unesp.br"><em>ricardo.figueira@unesp.br</em></a><em>;</em></h1> <h1><em><sup>3</sup></em><em>Departamento de Produção Vegetal, Faculdade de Ciências Agronômicas, UNESP. Av. Universitária, 3780 - Altos do Paraíso, CEP 18610-034, Botucatu, SP, Brasil.</em><a href="mailto:maria.mp.sartori@unesp.br"><em>maria.mp.sartori@unesp.br</em></a></h1> <h1><em><sup>4</sup></em><em>Departamento de Produção Vegetal, Faculdade de Ciências Agronômicas, UNESP. Av. Universitária, 3780 - Altos do Paraíso, CEP 18610-034, Botucatu, SP, Brasil.</em><a href="mailto:waldemar.venturini@unesp.br"><em>waldemar.venturini@unesp.br</em></a></h1> <p> </p> <p><strong>RESUMO: </strong>Este trabalho teve como objetivo produzir uma cerveja no estilo <em>Pale Ale</em> com teor alcoólico reduzido e alta concentração de carboidratos. As cervejas foram produzidas a partir de mosturação isotérmica, por infusão, a 70 ºC, 75 ºC e 80 ºC. O mosto foi ajustado para um <em>ºBrix</em> igual a 12, posteriormente inoculado com levedura <em>Ale</em> e fermentado a 18 ºC. A maturação transcorreu por 15 dias a 8 ºC e por mais 15 dias a 1 ºC. As amostras foram analisadas para teor alcoólico, extrato aparente, extrato real, extrato original, amargor, acidez total, cor, pH e turbidez. Os resultados foram submetidos à análise de variância e teste Tukey (5% de probabilidade). Os parâmetros físico-químicos foram também submetidos à análise multivariada dos componentes principais. As análises sensoriais foram realizadas por teste afetivo (escala hedônica) e as medianas foram comparadas pelo teste Kruskal-Wallis (5% de probabilidade). As diferentes temperaturas de mosturação resultaram nos teores alcoólicos 3,81±0,26 %, 3,14±0,17 % e 2,35±0,11 % (<em>ABV</em>), respectivamente. Na análise sensorial, para o parâmetro de avaliação global, as medianas obtidas foram 7,0, 7,0 e 6,0, respectivamente. Os resultados desta pesquisa indicaram que medida que se aumenta a temperatura de mosturação, perde-se qualidade sensorial da bebida.</p> <p><strong> </strong></p> <p><strong>Palavra-Chave:</strong> Bebida alcoólica fermentada, mosturação, infusão, <em>Pale Ale</em>.</p> <p><strong> </strong></p> <p><strong>CRAFT BEER WITH REDUCED ALCOHOL CONTENT AND HIGH CARBOHYDRATE CONCENTRATION</strong></p> <p> </p> <p><strong>ABSTRACT: </strong>This work aimed to produce a beer in the Pale Ale style, with reduced alcohol content and high concentration of carbohydrates The beers were produced from isothermal mashing, by infusion, at 70 ºC, 75 ºC and 80 ºC. The must was adjusted to a ºBrix equal to 12, later inoculated with Ale yeast and fermented at 18 ºC. Maturation took place for 15 days at 8 ºC and for another 15 days at 1 ºC. The samples were analyzed for alcohol content, apparent extract, real extract, original extract, bitterness, total acidity, color, pH and turbidity. The results were submitted to analysis of variance and Tukey test (5% probability). The physicochemical parameters were also submitted to multivariate analysis of the main components. Sensory analyses were performed using affective test (hedonic scale) and the median results were compared using the Kruskal-Wallis test (5% probability). The different mashing temperatures of the sample resulted in the alcohol contents 3,81±0,26 %, 3,14±0,17 % and 2,35±0,11 % (<em>ABV</em>), respectively. In the sensory analysis, for the global evaluation parameter, the medians obtained were 7,0, 7,0 and 6,0, respectively. The results of this research indicated that, as the mash temperature is increased, the drink's sensory quality is lost.</p> <p><strong> </strong></p> <p><strong>Keywords:</strong> Fermented alcoholic beverage, mashing, infusion, Pale Ale.</p> 2021-12-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 ENERGIA NA AGRICULTURA https://energia.fca.unesp.br/index.php/energia/article/view/4486 PRODUÇÃO, ANÁLISE FÍSICO-QUÍMICA E SENSORIAL DE HIDROMÉIS COM LARANJA, TANGERINA E LIMA ÁCIDA 2022-03-29T16:05:14-03:00 Lucas Felipe Ouros lucasouros@hotmail.com Ricardo Figueira ricardo.figueira@unesp.br Thalia Lee Lopes de Andrades thalia.lee@unesp.br Maria Márcia Pereira Sartori maria.mp.sartori@unesp.br Waldemar Gastoni Venturini Filho waldemar.venturini@unesp.br <p><strong>PRODUÇÃO, ANÁLISE FÍSICO-QUÍMICA E SENSORIAL DE HIDROMÉIS COM LARANJA, TANGERINA E LIMA ÁCIDA</strong></p> <p><strong> </strong></p> <p><strong>LUCAS FELIPE DOS OUROS<sup>1</sup>, RICARDO FIGUEIRA<sup>1</sup>, THALIA LEE LOPES DE ANDRADES<sup>1</sup>, MARIA MÁRCIA PEREIRA SARTORI<sup>1</sup>, WALDEMAR GASTONI VENTURINI FILHO<sup>1</sup>.</strong></p> <p> </p> <p><em><sup>1 </sup></em><em>Departamento de Produção Vegetal, Universidade Julio de Mesquita Filho (Unesp-FCA/Botucatu)</em>,<em> Rua Doutor José Barbosa de Barros 1780, Jardim Paraíso, Botucatu, São Paulo, Brasil. lucasouros@hotmail.com; ricardo.figueira@unesp.br; thalia.lee@unesp.br; mmpsartori@fca.unesp.br; waldemar.venturini@unesp.br.</em></p> <p> </p> <p><strong>RESUMO: </strong>O estudo tem como objetivo elaborar hidroméis com adição de laranja, tangerina e lima ácida, a fim de avaliar as suas características físico-químicas e sensoriais. Os hidroméis foram produzidos a partir de mel silvestre diluído em água potável até a concentração de 32 °Brix. Em seguida foram adicionadas as frutas. Para laranja e tangerina foram adicionados 150 g de pericarpo e 60 g de epicarpo. Para a lima ácida, devido a elevada acidez, foi adicionado 75 g de pericarpo e 30 g de epicarpo. O mosto foi inoculado com levedura (2g.kg<sup>-1</sup> mosto) e acondicionados a 20±1 °C. Após a fermentação, os hidroméis foram trasfegados e o pericarpo e epicarpo foi removido. A maturação ocorreu a 10±1 °C. Os hidroméis foram analisados para pH, acidez total, volátil e fixa e teor alcoólico. A análise sensorial foi desenvolvida por meio do teste de escala hedônica. A adição de pericarpo ou epicarpo de lima ácida, laranja e tangerina ao mosto alterou a composição físico-química da bebida. Para a produção do hidromel com lima ácida recomenda-se o uso de epicarpo da fruta. Caso a adição seja de laranja ou tangerina, tanto o epicarpo quanto o pericarpo dão origem a hidroméis bem aceitos sensorialmente.</p> <p> </p> <p><strong>Palavras-chave: </strong>melomel, fermentação alcoólica, escala hedônica.</p> <p><strong> </strong></p> <p><strong>PRODUCTION, PHYSICAL-CHEMICAL ANALYSIS AND SENSORY ANALYSIS OF MEAD WITH ORANGE, TANGERINE AND ACID LIME</strong></p> <p><strong> </strong></p> <p><strong>ABSTRACT: </strong>The study aims to prepare meads with orange, mandarin orange and tahiti lime in order to assess their physicochemical and sensory characteristics. The meads were produced from wild honey diluted in drinking water up to 32 °Brix. Then the fruits were added. For orange and mandarin orange, 150 g of the pericarp and 60 g of the epicarp were added. For the tahiti lime, due to its high acidity, 75 g of the pericarp and 30 g of the epicarp were added. The must was inoculated with yeast (2g.kg<sup>-1</sup> must), and conditioned at 20±1 °C. After the fermentation, the meads were racking and the pericarp and epicarp were removed. Maturation took place at 10±1 °C. The meads were analyzed for pH, total, volatile and fixed acidity and alcohol content. Sensory analysis was performed using structured hedonic scale. The addition of tahiti lime, orange and mandarin orange pericarp or epicarp to the must altered the physicochemical composition of the meads. For the production of mead with tahiti lime it is recommended to use the epicarp of the fruit. For addition of orange or tangerine, both the epicarp and the pericarp give rise to meads that are sensorially well accepted.</p> <p><strong> </strong></p> <p><strong>Keyword: </strong>fruit mead, alcoholic fermentation, hedonistic scale</p> 2021-12-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 ENERGIA NA AGRICULTURA https://energia.fca.unesp.br/index.php/energia/article/view/4318 CORN GRAIN YIELD COMPONENTS ACCORDING TO THE SOIL MANAGEMENT SYSTEM 2022-03-21T13:56:56-03:00 JORGE WILSON CORTEZ jorge.cortez@yahoo.com.br IAN FELIPE BERNAL DE CARVALHO ianfcarvalho@outlook.com FELIPE PRESTES NANTES felipe_nantes_@hotmail.com MATHEUS PEREIRA DE JESUS matheus_pereira_10@hotmail.com MATHEUS JOSÉ BILIBIO mateus_bilibio@hotmail.com <p><strong>CORN GRAIN YIELD COMPONENTS ACCORDING TO THE SOIL MANAGEMENT SYSTEM</strong></p> <p> </p> <p><strong>JORGE WILSON CORTEZ¹, IAN FELIPE BERNAL DE CARVALHO<sup>2</sup>, FELIPE PRESTES NANTES<sup>3</sup>, MATHEUS PEREIRA DE JESUS<sup>4</sup>, MATHEUS JOSÉ BILIBIO<sup>5</sup> </strong></p> <p><strong> </strong></p> <p><em><sup>1</sup></em><em> Eng. Agr., Prof. Dr. da Faculdade de Ciências Agrárias, Universidade Federal da Grande Dourados, Rodovia Dourados-Itahum, km 12, Cidade Universitária, 79804-970, Dourados, MS, </em><em>Brasil, e-mail: </em><a href="about:blank"><em>jorgecortez@ufgd.edu.br</em></a><em> .</em></p> <p><em><sup>2</sup></em><em> Eng. Agr., Egresso da Faculdade de Ciências Agrárias, Universidade Federal da Grande Dourados, Rodovia Dourados-Itahum, km 12, Cidade Universitária, 79804-970, Dourados, MS, </em><em>Brasil, e-mail: </em><a href="about:blank"><em>ianfcarvalho@outlook.com</em></a><em>.</em></p> <p><em> </em><em><sup>3</sup></em><em> Eng. Agr., Egresso da Faculdade de Ciências Agrárias, Universidade Federal da Grande Dourados, Rodovia Dourados-Itahum, km 12, Cidade Universitária, 79804-970, Dourados, MS, </em><em>Brasil, e-mail: </em><a href="about:blank"><em>felipe_nantes_@hotmail.com</em></a><em> .</em></p> <p><em><sup>4</sup></em><em> Eng. Agr., Egresso da Faculdade de Ciências Agrárias, Universidade Federal da Grande Dourados, Rodovia Dourados-Itahum, km 12, Cidade Universitária, 79804-970, Dourados, MS, </em><em>Brasil, e-mail: </em><a href="about:blank"><em>matheus_pereira_10@hotmail.com</em></a><em> .</em></p> <p><em><sup>5</sup></em><em> Eng. Agr., Egresso da Faculdade de Ciências Agrárias, Universidade Federal da Grande Dourados, Rodovia Dourados-Itahum, km 12, Cidade Universitária, 79804-970, Dourados, MS, </em><em>Brasil, e-mail: </em><a href="about:blank"><em>mateus_bilibio@hotmail.com</em></a><em> .</em></p> <p> </p> <p><strong>ABSTRACT: </strong>Management systems and sowing speed can impact the establishment, development, and Grain yield of crops of economic interest. Thus, this study aimed to assess second crop corn grain yield components according to the soil management system. The experiment was carried out in a randomized block design in a split-plot scheme in one of the years due to the introduction of the sowing speed factor, with four replications. Six management systems were distributed in the plots (one moldboard plow by two off-set disk harrow operations (T1), one offset disk harrow (T2), no mobilization (T3), one subsoiler (T4), one cross-subsoiler by one offset disk harrow (T5) and one subsoiler by one offset disk harrow (T6) and four speeds in the subplot (3.0, 4.7, 6.1, and 6.7 km h<sup>−1</sup>) during corn sowing operation. The analyzed variables: plant stand, longitudinal distribution of seedlings, stem diameter, plant height, first-ear insertion height, and grain yield. The data were submitted to analysis of variance, and when significant, the Tukey test was applied. The studied management systems showed no effect on plant stand, longitudinal distribution, and grain yield components (stem diameter, plant height, first-ear insertion height and grain yield). Travel speed also interfered with the longitudinal distribution and plant stand.</p> <p><strong> </strong></p> <p><strong>Keywords:</strong> no-tillage, conventional tillage, grain yield.</p> <p> </p> <p><strong>COMPONENTES DE PRODUÇÃO DO MILHO EM FUNÇÃO DO SISTEMA DE MANEJO DO SOLO </strong></p> <p>RESUMO: Sistemas de manejo adotados e velocidade de semeadura podem causar impactos no estabelecimento, desenvolvimento e produtividade de cultivos de interesse econômico. Assim, objetivou-se avaliar os componentes de produção do milho em segunda safra, em função do sistema de manejo do solo. O experimento foi desenvolvido em delineamento de blocos ao acaso e no esquema de parcelas subdivididas, devido a introdução do fator velocidade de semeadura, com quatro repetições. Foram alocados seis sistemas de manejo nas parcelas (aração mais duas gradagens, gradagem, sem mobilização, escarificado, escarificado cruzado e escarificação mais uma gradagem) e quatro velocidades na subparcela (3,0, 4,7, 6,1 e 6,7 km h<sup>-1</sup>) durante a operação de semeadura da cultura do milho. As variáveis analisadas foram: estande de plantas, distribuição longitudinal de plântulas, diâmetro do colmo, altura de planta, altura de inserção da primeira espiga e a produtividade. Os dados foram submetidos à análise de variância e quando significativo aplicado teste de Tukey a 5% de probabilidade para a comparação das médias. Os sistemas de manejo estudados não afetaram o estande de plantas, a distribuição longitudinal, e os componentes de produção (diâmetro do caule, altura de planta, altura de inserção da primeira espiga e produtividade de grãos). Velocidade de deslocamento interferiu na distribuição longitudinal e no estande de plantas.</p> <p><strong>Palavras-chaves: </strong>plantio direto, preparo convencional, produtividade.</p> <p><span style="font-size: 0.875rem;">dutividade.</span></p> 2021-12-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 ENERGIA NA AGRICULTURA